“Mas todo mundo deveria ter um amor verdadeiro, que deveria durar pelo menos até o fim da vida da pessoa.”
— A Culpa é das Estrelas.
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E até menti, e me fiz de desapegado falei pra todo mundo que você era só passado, por dentro o choro, mais por fora o sorriso estampado”
Lucas Lucco.   (via pretextificar)
Contarei, então, meu segredo: morro de medo. Medo do futuro, do que me espera, do que será de mim e meus desejos. Todos os dias tenho um pequeno ataque cardíaco de medo. Medo de não ser como imagino, de taparem meu sol com um muro de concreto, de acordar e ver que o tempo já pegou um avião e fugiu de meu alcance num estalo de dedos. Minhas mãos tremem de medo de não ser suficiente. De tornar-me um copo meio vazio. De ser normal. Sou esfaqueada pelo medo de me perder. Me perder na rua, me perder de foco, me perder de mim após pegar a via errada. Vivo passando pelo fogo cruzado do medo, que tenta matar minha coragem e vontade de ser. Morro de medo de não ser. Não ser aceita, não ser amiga, não ser boa, não ser confiável, não ser verdadeira, não ser eu. Sou sufocada de medo. Estremeço de pensar que posso desistir de lutar e perder a batalha. Que o temor me afogue. Morro de medo de morrer. De dormir e não acordar. De deixar de sonhar. De virar minha própria prisioneira e cortar minhas asas com medo de voar. De me trancar e jogar fora a chave do meu coração. Me enforco de medo de perder a esperança. De perder o jogo, o ar, a motivação. Me atiro de medo de tornar-me outra, de não me tornar nada. De não ser a mesma com todos, de continuar sempre a mesma. De ir embora, de ficar para sempre. De viver, de morrer. De ser esquecida, de ser toda hora lembrada. De perder, de ganhar todas as vezes. De ter muito, de não ter. Tenho um AVC de medo, que todos os dias tenta paralisar minha fala e meus sentidos. A todo momento tenta paralisar meus pés e meus sonhos. Um derrame que vive tentando me deixar em coma, estando viva sem viver.”
rio-doce     (via stucklis)
NUNCA, me compare com alguém.
Odeio quando não tem comida gostosa na geladeira.
Acho que a única razão de sermos tão apegados em memórias, é que elas não mudam, mesmo que as pessoas tenham mudado.”
Pretty Little Liars. (via p-oeta)
Mantenha os pés no chão quando sua cabeça estiver nas nuvens.”
Paramore. (via nevar-te)
— E o coração como está?
— Só palpita por um nome, por uma pessoa, por você.”
Gratificar. (via sedut0r)